quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Plano Melhor

Por mais que tudo pareça estar parado não podemos deixar a tristeza invadir nossa vida e muito menos deixar de acreditar em Deus. Não esta sendo fácil, mas Ele tem o melhor e o excencial para nos dar.



Plano Melhor


É só esperar acontecer,
É só continuar e não deixar
Que as lágrimas embacem no olhar,
E não deixar que a tristeza
Tire a força do caminhar,
Continuar olhando nos teus olhos
E enxergando a verdade,
Que nada e ninguém pode impedir,

Jesus, plano melhor,
Nunca chega atrasado,
Sua hora é perfeita,
Sua maneira a mais linda,
Seja feita a Tua vontade,
Eu só quero a Tua vontade,
Assim na terra como no céu




terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Sonhos que se tornaram realidade

Sempre imaginei que esse dia fosse chegar, mas quando chegou confesso que não acreditei no começo e não fiquei tão eufórica quanto imaginava que fosse ficar. Fiquei feliz dentro de uma realidade que muitas vezes pareceu tão distante.

Nesse ultimo fim de semana ajudei na mudança dos meu pais, foi o dia mais feliz do ano. Sempre sonhei um ver meus pais na casa deles e mesmo não morando com eles a mais de 3 anos, não deixei de pensar e me preocupar, porque nada se compara a ter o seu cantinho e privacidade.

Poderia até escrever mais coisas, mas o que tenho vontade é de somente agradecer a Deus por essa benção. Só Ele para realizar nossos sonhos e nos dar na medida certa. Foram muito anos de espera e esperança que em poucos meses foram ajustados para a concretização. Ver realizado parece até simples e fácil, contudo foi árduos e tristes anos a espera de uma promessa que sempre Ele renovava. Enfim, agradeço a Deus por tudo, por durante esses anos nos acolher na casa do meus avós e nos abençoar dando algo que é sonho de muita gente, nossa casa!

Assim como Deus fez conosco, que Ele faça na vida de cada um que tem esperado algo que somente Ele para nos dar.

Beijos

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Corte

Todo final de ano eu faço uma mudança no meu visual, mais precisamente no meu cabelo, ja que emagrecer tornou-se uma tareja sobrenatural.

Ano passado passei o ano com mechas louras, reflexos dourados. Algo que eu sempre quis fazer, mas só imaginando eu me via com cara de mico-leão-dourado, ou seja, não combinaria. Depois que criei coragem e fiz, foi como uma forma de protesto (Já que não sou magra, vou virar loira!), gostei do resultado e fiquei um ano só retocando até olhar no espelho e enjoar do que via e também porque ja estava mais que na hora de mudar novamente.

Pense, pensei, pensei, pesquisei, simulei e finalmente decidi: Vou cortar curtinho, como sempre usei (sempre = depois que eu descobri que quem manda no meu cabelo sou eu).
E tenho gostado, tudo bem que faz pouco tempo, mas me adapto a esse corte meio repicado/ meio chanel na altura do pescoço.

Acho lindo aqueles cabelos lisos bem cuidados com um corte repicado nas pontas e comprido, mas não é meu estilo, não combina e outra, deve dar um trabalho enorme para escovar e sou adepta do mundo prático e rápido, um dos motivos de ter cortado curto novamente.

Dizem que homem gosta de cabelo comprido. Ainda bem que o André gosta de mulher/de mim, e mais, detesta ficar esperando eu me arrumar, por isso que eu acho que ele não se importa quando eu pélo a cuca, rs. É um favor, rs


Não coloco uma foto minha porque não sou fotogenica e por isso detesto tirar foto, só de longe e com muitas pessoas juntas para disfarçar, mas vai uma foto de como está meu cabelo 2011.

Bom seria se fosse com 10 kilos a menos......



terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Ler e saber

Adoro ler. Se eu pudesse ficaria o dia todo lendo livros interessantes, histórias de amor, dramas, fatos reais, crônicas, poesias, fascículos, monólogos, comédias, etc, etc, etc.... Infelizmente o tempo não permite. Até gostaria de ser aquela intelectual, que sabe de tudo um pouco, mas ainda estou longe de ser assim. Por enquanto leio o que dá. Na vida perde-se muito tempo com coisas fúteis e para os outros e as nosssas coisas pessoais, pessais mesmo - Eu e Eu - fica quando der, e nunca dá.

Eu, por exemplo, tenho uma rotina muito chata. Se eu pudesse fazer o meu tempo ficaria no máximo 5 horas no serviço, porque perco muito tempo todos os dias sem ter o que fazer, sendo que em casa estão precisando de mim, ja que a empregada resolveu sumir de vez. Enquanto estou ociosa tem uma louça me esperando, rs
Com essa rotina fica dificil ler alguma coisa, por isso quando dá leio algumas coisas no serviço, não é sempre.

Tem várias escritores que gosto, mas o que me faz rir e gostar de ler nessas horas vagas é o Luiz Fernando Verissimo. Oh homem inteligente! São histórias rápidas que não tem como quem esta lendo não se imaginar na situação. E o legal é que ele faz rir não com apelos de piadas, mas com colocações inteligentes e combinantes.
E quando a história não é engraçada é verdadeira e cotidiana.

Minhas duas preferidas são:

O Marajá
Comédias para ler na escola
A família toda ria de dona Morgadinha e dizia que ela estava sempre esperando a visita do Marajá de Jaipur. Dona Morgadinha não podia ver uma coisa fora do lugar, uma ponta de poeira em seus móveis ou uma mancha em seus vidros e cristais. Gemia baixinho quando alguém esquecia um sapato no corredor, uma toalha no quarto ou — ai, ai, ai — uma almofada torta no sofá da sala. Baixinha, resoluta, percorria a casa com uma flanela na mão, o olho vivo contra qualquer incursão do pó, da cinza, do inimigo nos seus domínios.


Dona Morgadinha era uma alma simples. Não lia jornal, não lia nada. Achava que jornal sujava os dedos e livro juntava mofo e bichos. O marido de dona Morgadinha, que ela amava com devoção apesar do seu hábito de limpar a orelha com uma tampa de caneta Bic, estabelecera um limite para sua compulsão de limpeza. Ela não podia entrar na sua biblioteca. Sua jurisdição acabava na porta. Ali dentro só ele podia limpar, e nunca limpava. E, nas raras vezes em que dona Morgadinha chegava à porta do escritório proibido para falar com o marido, este fazia questão de desafiá-la. Botava os pés em cima dos móveis. Atirava os sapatos longe. Uma vez chegara a tirar uma meia e jogar em cima da lâmpada só para ver a cara da mulher. Sacudia a ponta do charuto sobre um cinzeiro cheio e errava deliberadamente o alvo. Dona Morgadinha então fechava os olhos e, incapaz de se controlar, lustrava com a sua flanela o trinco da porta.


O marido de dona Morgadinha contava, entre divertido e horrorizado, da vez que levara a mulher a uma recepção diplomática.


— Percorremos a fila de recepção, e quando vi a Morgadinha estava sendo apresentada ao embaixador. O embaixador se curvou, fez uma reverência, e de repente a Morgadinha levou a mão e tirou um fio de cabelo da lapela do embaixador!


— Não pude resistir — explicava dona Morgadinha, séria, entre as risadas dos outros.


— E ainda deu uma espanada, com a mão, no seu ombro.


— Caspa — suspirava dona Morgadinha, desiludida com o corpo diplomático.


Quis o destino que os filhos de dona Morgadinha puxassem pelo pai no relaxamento e na irreverência. Todos os três.


— Meu filho, aí não é lugar de deixar os livros da escola.


— Qual é, mãe? Está esperando o Marajá?


— Minha filha, a sala não é lugar de cortar as unhas.


— Ih, hoje é dia do Marajá chegar.


— Oscar, na mesa?!


— Quando o Marajá vier almoçar, eu prometo que não faço isto.


Certa manhã bateram à porta. Dona Morgadinha, que comandava a faxina diária da casa com severidade militar, fez sinal para as empregadas de que ela mesma iria abrir. Na porta estava um homem moreno, de terno, gravata — e turbante! Dona Morgadinha, que uma vez brigara com o carteiro porque a sua calça estava sem friso, olhou o homem de alto a baixo e não encontrou o que dizer.


— Dona Morgadinha?


— Sim.


— Meu amo manda o seu cartão e pede permissão para vir visitá-la às cinco.


Dona Morgadinha olhou o cartão que o homem lhe entregara. Ali estava, com todas as letras douradas, "Marajá de Jaipur". Não conseguiu falar. Fez que sim com a cabeça, desconcertada. O homem fez uma mesura e desapareceu antes que dona Morgadinha recuperasse a fala.


As empregadas receberam ordens de recomeçar a faxina, do princípio. Dona Morgadinha anunciou para a família que naquele dia não haveria almoço. Não queria cheiro de comida na casa. E era bom todos saírem para a rua até a noite, para não haver perigo de deslocarem as almofadas. Pai e filhos se entreolharam e concordaram:


— O Marajá vem hoje.


Dona Morgadinha apenas sorriu. E estava com o mesmo sorriso quando o marido e os filhos chegaram em casa à noite, depois de comerem um cheeseburger na esquina, fazendo bastante barulho e manchando a roupa. Dona Morgadinha não contou para ninguém da visita do Marajá. Do seu terno branco, do rubi no seu turbante, da sua barba grisalha e distinta. E da conversa que tinham tido, das cinco às sete, sozinhos, entre goles de chá e mordiscadas em sanduíches de aspargo, sobre coisas distantes, sobre o linho e o mármore e a purificação dos espíritos. Naquela noite o marido de dona Morgadinha surpreendeu a mulher com o olhar perdido na frente do espelho. Ela estava tão distraída que foi para a cama sem escovar as unhas, usar o colírio e rearrumar os armários, como fazia sempre.


O Marajá combinou com dona Morgadinha que voltaria dois dias depois, à mesma hora. Estes dois dias dona Morgadinha passou sentada, sem notar nada, esquecida até da sua flanela. O filho mais velho chegou a trazer um vira-lata da rua para fazer xixi no pé da poltrona, mas não conseguiu despertar dona Morgadinha do seu devaneio.


Depois de duas semanas de visitas constantes do Marajá e do mais absoluto descaso de dona Morgadinha pela higiene da família e da casa, o marido resolveu que já era demais. Procurou o seu amigo Turcão, que era árabe e tinha cara de hindu e que ele contratara para se fingir de Marajá e fazer uma brincadeira com a mulher, e disse que era hora de acabar com a brincadeira. Turcão, meio sem jeito, disse que com ele tudo bem, mas dona Morgadinha...


— O quê? — quis saber o marido, desconfiado...


— Ela levou a sério. Está falando até em fugir comigo e ir morar no meu palácio em Jaipur. Negócio chato. Acho melhor contar a verdade para ela e...


Mas o marido de dona Morgadinha percebeu o que fizera. E percebeu que com as almas simples não se brinca. Se descobrisse que fora enganada, dona Morgadinha era capaz de se matar, engolindo detergente. Não, não. Ela não merecia aquilo. Compungido, o marido pediu ao Turcão que continuasse a visitar a mulher. Mas tentasse desiludi-la.


Dando um arroto. Sei lá.
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O encontro
Comédias da vida privada



Ela o encontrou pensativo em frente aos vinhos importados. Quis virar mas era tarde, o carrinho dela parou junto ao pé dele. Ele a encarou, primeiro sem expressão, depois com surpresa, depois com embaraço, e no fim os dois sorriram. Tinham estado casados seis anos e separados, um, e aquela era a primeira vez que se encontravam depois da separação. Sorriram, e ele falou antes dela; quase falaram ao mesmo tempo.


- Você está morando por aqui?


- Na casa do papai.


Na casa do papai! Ele sacudiu a cabeça, fingiu que arrumava alguma coisa dentro do seu carrinho – enlatados, bolachas, muitas garrafas – tudo para ela não ver que ele estava muito emocionado.


Soubera da morte do ex-sogro, mas não se animara a ir ao enterro. Fora logo depois da separação, ele não tivera coragem de ir dar condolências formais à mulher que, uma semana antes, ele chamara de vaca. Como era mesmo que ele tinha dito? “Tu és uma vaca sem coração!”. Ela não tinha nada de vaca, era uma mulher esbelta, mas não lhe ocorrera outro insulto. Fora a última palavra que ele lhe dissera. E ela o chamara de farsante. Achou melhor não perguntar pela mãe dela.


- E você? – perguntou ela ainda sorrindo.


Continuava bonita.


- Tenho um apartamento aqui perto.


Fizera bem em não ir ao enterro do velho. Melhor que o primeiro encontro fosse assim, informal, num supermercado, à noite. O que ela estaria fazendo ali àquela hora?


- Você sempre faz compras de madrugada?


Meu Deus, será que ela vai tomar a pergunta como ironia?


Esse tinha sido um dos problemas do casamento, ele nunca sabia como ela ia interpretar o que ele dizia. Por isso, ele a chamara de vaca, no fim. Vaca não deixava dúvidas de que ele a desprezava.


- Não, não. É que estou com uns amigos lá em casa, resolvemos fazer alguma coisa para comer e não tinha nada em casa.


- Curioso, eu também tenho gente lá em casa e vim comprar bebidas, patê, essas coisas.


- Gozado.


Ela dissera uns amigos. Seria alguém do seu tempo? A velha turma? Ele nunca mais vira os antigos amigos do casal. Ela sempre fora mais social do que ele. Quem sabe era um amigo? Ela era uma mulher bonita, esbelta, claro que podia ter namorados, a vaca.


E ela estava pensando: ele odiava festas, odiava ter gente em casa. Programa, para ele, era ir para casa do papai jogar buraco. Agora tem amigos em casa. Ou será uma amiga? Afinal, ele ainda era moço... Deixara a amiga no apartamento e viera fazer compras. E comprava vinhos importados, o farsante.


Ele pensou: ela não sente minha falta. Tem a casa cheia de amigos. E na certa viu que fiquei engasgado ao vê-la, pensa que eu sinto a falta dela. Mas não vai ter essa satisfação, não senhora.


- Meu estoque de bebidas não dura muito. Tem sempre gente lá em casa – disse ele.


- Lá em casa também é uma festa atrás da outra.


- Você sempre gostou de festas.


- E você, não.


- A gente muda né? Muda de hábitos...


- Tou vendo.


- Você não me reconheceria se viesse viver comigo outra vez.


Ela, ainda sorrindo.


- Deus que me livre.


Os dois riram, era um encontro informal.


Durante seis anos tinham se amado muito. Não podiam viver um sem o outro. Os amigos diziam: Esses dois se um morrer, o outro se suicida.Os amigos não sabiam que havia sempre uma ameaça de mal-entendido entre eles. Eles se amavam mas não se entendiam. Era como se o amor fosse mais forte, porque substituía o entendimento, tinha função acumulada. Ela interpretava o que ele dizia, ele não queria dizer nada.


Passaram juntos pelo caixa, ele não se ofereceu para pagar, afinal era com a pensão que ele lhe pagava que ela dava festas para uns amigos. Ele pensou em perguntar pela mãe dela, ela pensou em perguntar se ele estava bem, se aquele problema do ácido úrico não voltara, começaram os dois a falar ao mesmo tempo, riram, depois se despediram sem dizer mais nada.


Quando ela chegou em casa ainda ouviu a mãe resmungar, da cama, que precisava acabar com aquela história de fazer as compras de madrugada, que ela precisava ter amigos, fazer alguma coisa, em vez de ficar lamentando o marido perdido. Ela não disse nada. Guardou as compras antes de ir dormir.


Quando ele chegou no apartamento, abriu uma lata de patê, o pacote de bolachas, abriu o vinho português, ficou comendo e bebendo sozinho, até ter sono e aí foi dormir.


Aquele farsante, pensou ela, antes de dormir.


Aquela vaca, pensou ele, antes de dormir.

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Beijos

Monólogo Mundo Moderno

Sou super fã do Chico Anysio, um excelente humorista e escritor. Dentre varias textos quero compartilhar este com vocês. Espero que gostem:


Monólogo Mundo Moderno
por Chico Anysio


Mundo moderno, marco malévolo, mesclado mentiras, modificando maneiras, mascarando maracutáias, majestoso manicômio.

Meu monólogo, mostra mentiras, mazelas, misérias, massacres, miscigenação, morticínio maior, maldade mundial.

Madrugada… matuto magro, macrocéfalo, mastiga média morna, monta matumbo malhado, munido machado, martelo… mochila mucha, margeia mata maior.

Manhãzinha move moinho moendo macaxeira, mandioca.

Meio dia mata marreco… manjar melhorzinho.

Meia noite mima mulherzinha mimosa, Maria morena, momento maravilha, motivação mútua mas monocórdia, mesmice.

Muitos migram mascilentos, maltrapilhos, morarão modestamente: malocas metropolitanas; mocambos miseráveis, menos moral, menos mantimentos, mais menosprezo.

Metade morre… mundo maligno, misturando mendigos maltratados… menores metralhados, militares mandões, meretrizes marafonas, mocinhas, mera meninas… mariposas, mortificando-se moralmente, modestas moças maculadas, mercenárias mulheres marcadas… mundo medíocre.

Milionários montam mansões magníficas, melhor mármore, mobília mirabolante, máxima megalomania, mordomo, Mercedes, motorista, mãos magnatas manobrando milhões mas maioria morre minguando.
Moradia meia-água, menos, marquise.

Mundo maluco, máquina mortífera, mundo moderno melhore, melhore mais, melhore muito, melhore mesmo. Merecemos… maldito mundo moderno, mundinho merda.

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Coisas que as pessoas precisam saber sobre o Natal

- Panettone é bom, o que estraga são as frutas cristalizadas;
- Jamais coloque uva passa no arroz;
- Não enfeite o pobre do peru com frutas, além de ficar com um gosto HORRIVEL, é ridiculo;
- Amigo Secreto não significa o melhor presente do ano;
- As pessoas estão pouco se importando que é o aniversario de Jesus;
- Sempre terá um querendo chamar a atenção;
- Todo mundo repara na roupa de todo mundo;
- As pessoas se perdoam no Natal para brigarem no ano novo, é um ciclo;
- Por mais que prometa o ano inteiro, acaba gastanto com besteira;
- O dinheiro perde seu real valor e passa a custar o dobro nas lojas e metade do valo no seu bolso;
- Fica na esperança de alguem lembrar de você e de dar nem que seja um misero panettone, vinho, agenda ou Cereser;
- As pessoas só pensam em comer comer e comer e esquecem que podem deixar para o dia seguinte;
- Não é porque é natal eu tenho que ficar ouvindo músicas natalinas o DIA TODO;
- Não sou obrigada a dar lembrançinha para ninguém;
- Natal não é sinonimo de falsidade, ou seja, se não gosto de você não tenho que ser legal só porque é Natal;
- Espirito natalino não existe, se existe deve ser uma entidade muito da pilantra porque só faz a gente gastar;
- Tem sempre um besta que deseja "Merry Christmas", sem maiores comentarios para não perder a amizade.

E por ai vai, mais verdades de outras situações ou épocas vou escrevendo no decorrer do ano.

"Kisses", rs

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

Rascunhando

Primeiro post do ano. Por mais que eu sempre escreva para o nada, na certeza de que ninguém lê ou se interessa, gosto de escrever. Escrever é a forma que eu achei para desabafar, seja atraves de pensamentos, reivindicações, frustações, alegrias, e por ai vai.. O importante é por pra fora, senão sufoca!

Hoje, exatamente neste momento, minha vontade é de escrever tudo o que está me abertando a garganta e me levando a lágrimas, mas estou sem coragem para isso, afinal nem sempre é bom falar tudo, melhor esperar o momento certo, mesmo que o momento certo seja só para uma pessoa. E, por se tratar do primeiro comentário do ano não vou expor meus desapontamentos, deixa para depois, rs

Esse ano não fiz nenhuma promessa, ainda, apenas agradeci por tudo, TUDO mesmo, e, pedi muita MUITA e MUITA força para esse 2011. Coragem para sempre falar a verdade para quem for e merecer ouvir, sendo EU a primeira da lista sempre. Graças a Deus não sou a dona da razão, mas gosto de me informar bastante para não ficar alienada a uma determinada situação.

Falta algo em mim, algo que ainda não sei ao certo o que é exatamente. Algo que tem causado uma paralisação do meu crescimento em todas as áreas. Seria bom se neste ano eu descobrisse e me liberdasse disso, quem sabe assim eu não seria mais feliz? Feliz comigo, com os outros não estou fazendo muita questão. Apesar que melhorei desses anos para cá. Só em passar e ver certas situações me dou conta que a Giane não é tão incapaz quanto parece, mas ainda não é e nunca será motivo para eu me orgulhar, pois não se orgulha em ser alguém capaz, isso é dever.

"Ahh se o mundo inteiro me pudesse ouvir...."